Médica que cortava cordas vocais de bebês antes do aborto perde licença profissional

Uma médica que se dedicava à prática de abortos e se tornou conhecida por admitir que torturava os fetos antes de concluir o procedimento de interrupção da gestação, perdeu sua licença profissional sob acusação de fraude e conduta antiprofissional.

Leah Torres, obstetra, ficou internacionalmente conhecida em 2018 por declarar que impedia que os fetos gritassem durante o procedimento: “Vocês sabem que fetos não podem gritar, certo? Eu faço um corte transversal nas cordas [antes], então realmente não há oportunidade [para que eles gritem] caso tenham se desenvolvido o suficiente para ter uma laringe”, escreveu a médica em uma publicação no Twitter, na ocasião.

Agora, após ter sido nomeada diretora médica do West Alabama Women’s Center (WAWC) em Tuscaloosa, Alabama (EUA), sua licença médica foi “imediatamente suspensa” pelo Conselho de Examinadores Médicos do Alabama (BME).

“[O] Conselho atualmente tem provas em sua posse de que a continuação na prática de LEAH N. TORRES, M.D. pode constituir um perigo imediato para seus pacientes e/ou o público”, diz um trecho da decisão do BME.

A perda da licença de atuação para a médica obstetra é temporária. Em 21 de dezembro, uma nova audiência será realizada perante a Comissão de Licenciamento Médico em Montgomery, conforme informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN News).

Robin Marty, porta-voz do WAWC, disse que a médica aborteira não estava disponível para comentar sua suspensão e argumentou que a decisão do conselho de suspender a licença médica poderia ser resultado de algum tipo de “mal-entendido”.

A ativista pró-vida Lila Rose, fundadora do movimento Live Action, elogiou o BME por sua decisão e usou as redes sociais para expressar desprezo pela postura da médica: “Abortistas não praticam medicina. Torres assassinou milhares de crianças. Cada estado na América deve suspender todas as licenças de aborto [e] se recusar a permitir que a matança continue”, declarou.

FONTE: Gospel+